Educação Fiscal também é assunto de sala de aula em Campo Bom

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Alunos desenvolvem ações que potencializam a consciência crítica dos cidadãos para a função socioeconômica de impostos e tributos e acompanhamento da aplicação dos recursos públicos

Além das habilidades cognitivas, físicas e afetivas, a educação precisa ser concebida para trabalhar e desenvolver competências essenciais para que os indivíduos se tornem cidadãos plenos e capazes de contribuir, positivamente, na transformação da sociedade. Assim, em Campo Bom, dentro do projeto Educação Fiscal e Financeira como prática cidadã, professores e alunos desenvolvem atividades e ações que potencializam a consciência crítica dos cidadãos para a função socioeconômica dos impostos e tributos, bem como o acompanhamento da aplicação dos recursos públicos.

Temática contemporânea e transversal contemplada na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Educação Fiscal é trabalhada nas escolas da rede municipal de ensino. Na Educação Infantil, o projeto é desenvolvido pelas práticas pedagógicas permeadas pelos campos de experiências. No Ensino Fundamental, cada ano escolar trabalha as questões fiscais com uma temática diferente, como brinquedos, meio ambiente, água, alimentação saudável, patrimônio público, consumismo, cidadania, entre outros.

O prefeito Luciano Orsi ressalta que o trabalho desenvolvido nas escolas destaca a função social do tributo, enfatizando sua importância para a saúde, a educação, a segurança e os direitos sociais. “É fundamental que a educação seja concebida para além das habilidades cognitivas, físicas e afetivas, contribuindo também para a formação cidadã dos alunos. Trabalhar com a Educação Financeira propicia o desenvolvimento de reflexões, senso crítico e ações diante do planejamento de vida”, diz o prefeito.

A secretária de Educação e Cultura, Simone Schneider, explica que a educação fiscal e financeira vem sendo realizado em toda a rede municipal. “Ao entrar em contato com a temática financeira e fiscal, a criança desenvolve, desde cedo, autonomia, consciência ética e financeira de seus direitos e deveres na sociedade e, principalmente, cultiva o hábito da leitura da realidade e gerenciamento de suas necessidades cotidianas”, observa a secretária.


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